Crescemos com Hulda Clark e a eletroestimulação com placas contra o cancro. Seguimos as suas indicações para vencer o cancro quando os exames da minha esposa mostraram que ele ainda estava presente no seu pulmão. Ela passou 12 dias sentada à sua mesa de trabalho com os pés sobre elétrodos de tubo de cobre, com o zapper original, onda quadrada de 12 V, com duas placas no circuito sobre as quais eram colocadas amostras de patógenos e tecido. Estas placas/condensadores captavam TODAS as frequências da amostra, não apenas a frequência principal, e transmitiam-nas ao corpo. As frequências de tecido eram usadas para concentrar o sinal no tecido-alvo, e as frequências dos patógenos eram usadas para desativar os agentes patogénicos e a sua descendência/resíduos. A cada 20 minutos o temporizador tocava e ela trocava os frascos nas placas para a parte seguinte. Cerca de seis horas por dia durante 12 dias, um período verdadeiramente exaustivo, mas naquela época não tínhamos automação nenhuma, apenas a informação bruta e as indicações de Hulda. Após 12 dias fomos aos exames detalhados para que os médicos decidissem o que fazer, mas concluíram que ‘deve ter sido uma sombra na radiografia’. Isso foi há mais de 15 anos. Nunca mais medo do cancro. Graças ao Ken e a outros conseguimos manter tudo o resto afastado, doença cardíaca, sequelas de um hematoma subdural, doença de Lyme, mas continuamos a lutar contra a demência, (muito presente na família, toda a família do pai dela sucumbiu a ela). ‘Pretendemos viver até aos 1000 anos…. até agora tudo bem’. (O meu autocolante preferido) Phil.”